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Entries from October 2007

October 28, 2007 · Leave a Comment

(No que faço a primeira e única confissão neste blog a respeito do passado e do jornalismo)

Numa das fases de repórter, eu percorria todos os dias dez delegacias de polícia da Baixada Fluminense, sendo submetido, como é de se imaginar, à barbárie humana quase em seu estado mais puro (quase porque tem sempre Ruanda e Auschwitz para provar que as coisas podiam ser piores) . Nunca pensei em escrever sobre esses anos porque achava – e acho – que não há nenhum tema que valha a pena ali. É a infelicidade vista no microscópio apenas. Pura e simples.

Mas logo no segundo ano teve a história do palhaço.

É preciso voltar no tempo até meu primeiro dia de trabalho na vida dentro de uma redação. Naquele dia, me apresentaram a um rádio grande (que ficava precariamente em cima de uma cadeira, mas nunca vi cair), de onde deveria tirar notícias dos programas policiais. Uma delas era um assunto desimportante. Um sujeito dormia, outros bateram na porta. Ele abriu e foi morto. Paf. Paf. Acabou. Fim.

À tarde, chegou o editor de polícia, que me perguntou se não havia nenhum detalhe a mais na história. A matéria só tinha 14 linhas. Liga para a delegacia – sugeriu. Liguei. Nada. Ele ficou meio contrariado, mas disse ok. Fui para casa. Na manhã seguinte, na banca, em deparo com a versão de que os assassinos estavam encapuzados, usavam um carro preto e se diziam “soldados a serviço do Brasil”. Todas informações falsas colocadas pelo editor para dourar a história . Puto da vida, cheguei à redação, fui para o rádio e passei o dia de mau humor.

Mas, enfim, foi minha primeira matéria a virar manchete.

Passam-se mais ou menos dois anos. Meu trabalho agora é andar pelas delegacias atrás de histórias e cadáveres. Em um trabalho desses não há dúvida: ou você é um cínico ou está prestes a desistir. Eu era um cínico. Entrevistava mães diante dos corpos dos filhos com frieza profissional. Já estava havia muito insensível a ver gente morta. É ruim a degradação como ser humano, mas depois da centésima vítima é impossível se importar. Sou, então, um jovem arrogante, com um texto já razoável, que trabalha demais e até gosta disso, obcecado por histórias e indiferente ao fato de que as histórias envolvem pessoas, dor, perda, tristeza, etc.

O dia é uma quarta ou quinta-feira. Faz sol. O carro vaga preguiçoso por uma periferia de Mesquita, então um bairro da cidade de Nova Iguaçu (hoje é uma cidade, acho). Estou aborrecido. É um dia sem nada. Ligo para os batalhões, passo nas delegacias. Só uns poucos mortos a madrugada, cujos corpos já foram recolhidos. De resto, nada.

De repente, nos deparamos com um circo.

É um circo ordinário, miserável, de lona suja, com uns animais maltratados. Mas, porra, é um circo. Um cirquinho amador.

Encostamos. Um pessoal nos olha curioso. Peço para falar com o dono. Ele aparece, fica todo cheio de delicadezas quando peço uma entrevista. Começamos a conversar no picadeiro.

O elenco do circo começa a chegar, curioso. A pedido do fotógrafo, quase todos saem e voltam caracterizados. Posam para fotos. O dono do circo conta, orgulhoso, que ali, numa sexta-feira por mês, se apresenta o Roberto Guilherme, o sargento Pincel dos Trapalhões. Todos falam e contam a própria história. A maioria nasceu no circo ou de alguma maneira fugiu de uma vida miserável. Nada inesperado.

O palhaço me olha de longe. É um tipo mulato, meio baixinho, magrelo, com os cabelos crespos. Por uns momentos me lembra a lenda de que os palhaços são tristes. De repente desaparece. Volta carregando uma caixa de sapatos. Peço para falar com ele. Se aproxima meio cauteloso. Diz que está no circo há mais ou menos um ano e meio. Antes era pedreiro. Acho a história meio fraca. Ele não é bom de conversa, diz pouca coisa. Já estou quase me despedindo quando pergunta:

– Você trabalha no Hoje, né?

– Trabalho.

– Deixa eu te mostrar uma coisa.

Abre a caixa de sapatos. Vasculha uns papéis até achar um recorte de jornal. É a matéria do meu primeiro dia de trabalho. “Soldados a serviço do Brasil” ainda prega a manchete mentirosa. Foi plastificada antes que o papel amarelasse de todo. O palhaço espera que eu examine o jornal e então, sem maldade, mas como se me enfiasse uma agulha no peito, diz:

– Era o meu pai.

Categories: Insanidade

O nariz

October 27, 2007 · Leave a Comment

Acordou com um amargo na boca. Isabel ainda dormia. Por um momento Sérgio pôde admirá-la com a lentidão de que nunca desfrutava quando estava acordada. Percorreu as pequenas marcas em seu rosto. As reentrâncias em volta da boca. A cicatriz na testa da vez em que ela, ainda criança, bateu a cabeça na quina da porta. O queixo que Isabel nunca deixava ser tocado. Brincou com os cabelos e depois tamborilou suavemente os dedos pelos ombros da mulher. Então, quando seus olhos chegaram ao nariz, fez uma careta e se levantou.

Não era um nariz mal desenhado ou desproporcional, destes que quase todo mundo pode explicar . Não era um defeito grosseiro ou, podia admitir, fácil de reconhecer. Tratava-se de uma certeza indefinível, mas fundamental. Com um instinto ou a sensação de sempre estar certo nesses momentos sabia: era um nariz era irremediavelmente feio.

Ainda sonolento, preparou o café. Não esquecia do nariz.

Um monstro – pensou.

Estraga qualquer conjunto – pensou também.

Suava ao voltar para casa naquela noite. Entrou na sala aos pulos, tirou de dentro da pasta um recorte de jornal e entregou a Isabela. Enquanto se explicava, foi acometido de um tique nervoso que sempre aparecia nos momentos de ansiedade.

“Olha (balançou a cabeça e entortou a boca), olha essa notícia”.

No jornal, ela viu a foto de um homem completamente calvo de uns cinqüenta anos. Na verdade não era uma notícia e sim o anúncio de uma clínica de cirurgia plástica.

“Ele (mais um giro da cabeça) é o doutor Cristiano. Pode resolver o nosso problema. Diz aqui que é o melhor. Te opera em trinta e seis veeeeezes (uma entortada da boca)”.

Ao perceber o que o marido queria, Isabela deu um grito de raiva, virou as costas e se trancou no quarto por horas. Chorou com o rosto afundado na cama. Sérgio, do lado de fora, ainda insistia. A vontade da Isabel aos poucos se desfazia. Antes de qualquer coisa, queria ver o marido feliz. Até que noite acabasse, cedeu. Porém mais tarde, enquanto Sérgio dormia, embalado pelo sonho do nariz novo, caminhou pela casa feito uma sonâmbula. Se olhou várias vez no espelho, cada uma delas longamente, examinando o nariz. O que havia de errado? Não se sentia incomodada com o tamanho ou o formato do nariz. Acreditava ser mesmo um nariz gracioso. Não era do tipo que desdenha a própria beleza. Sabia que não tinha um nariz ordinário a ponto de provocar repugnância. Não era de jeito nenhum o nariz de uma bruxa. Entrou no consultório disposta a dizer isso ao Doutor Cristiano.

Ele perguntou: “O que eu devo deixar mais bonito?”

Ela exibiu o nariz. Doutor Cristiano se debruçou sobre seu rosto, apalpando e olhando seu nariz com uma lente de aumento.

“Impossível” – disse por fim. “Nunca vi um nariz tão perfeito”.

Isabela contou tudo.

Uma semana depois, ela e Sérgio foram ao consultório do Doutor Cristiano retirar o curativo. A cada bandagem arrancada o cirurgião fazia um comentário. “Foi um trabalho de mestre” ou “fizemos o possível e o impossível”. Isabel observou para si mesma que também no mundo da cirurgia plástica as relações se baseiam em um amontoado de clichês. Mas em vez de ficar ofendida, olhava para o médico de um jeito agradecido. Quando seu nariz finalmente surgiu, Sérgio soltou um fino gemido, depois abraçou o médico. Chorando, sussurrava “obrigado, obrigado…”

Isabel também chorou. Como combinaram, o cirurgião apenas cobriu o nariz com bandagens e mercurocromo. Sérgio, vendo pela primeira vez seu nariz como sempre foi, transtornado de felicidade, beijava-o sem parar. Enquanto fazia isso e soluçava, o tique voltou e começou a girar a cabeça como nunca.

 

Categories: Conto

October 21, 2007 · Leave a Comment

Aqui o início do artigo/pensata inspirado em um post sobre o fechamento da Livraria do Arvoredo e publicado na edição deste mês da revista Aplauso. O texto integral só na edição impressa.

Categories: Mondo corporativo

October 20, 2007 · Leave a Comment

Liniers.

Categories: Mondo

Amor

October 17, 2007 · Leave a Comment

“The bottom line is that (a) people are never perfect, but love can be, (b) that is the one and only way that the mediocre and vile can be transformed, and (c) doing that makes it that. We waste time looking for the perfect lover, instead of creating”.

Tom Robbins – Still life with woodpecker.

Categories: Palavras

October 14, 2007 · Leave a Comment

Categories: Mondo corporativo

Pessoas que seguem pessoas*

October 11, 2007 · 1 Comment

EU SOU Alice e sigo pessoas na rua. Comecei há três semanas. Não esperem nenhuma lógica disso. Não há uma ciência em seguir as pessoas. Escolho uma e vou atrás, esperando qualquer coisa interessante. Viver um pouco da vida alheia, um momento que não seria meu de outro modo, esse é o objetivo. A viagem pode me levar a um elevador cheirando a mofo ou a um cinema pornô da Avenida São João. Escolho as pessoas conforme me parecem interessantes. Foi assim que segui o cavalheiro de terno azul até este bar. Acho que foi por causa do perfume que ele está usando. Senti logo que ele passou. Um odor adocicado. É difícil achar homem que use perfume de mulher.

EU SOU o senhor de terno azul. Não notei que estava sendo seguido, mas isso é normal. Minha mulher diz que sou um avoado. Presta atenção, Ludoval, ela grita o tempo todo. Não vi a mulher até que um amigo me mostrou, dizendo: entrou logo atrás de ti. Vai ver estava na tua cola. Nessa hora nós dois rimos juntos pra valer. Quanto ao perfume, gostaria de dizer em minha defesa que não é meu. É de Irene, moça que visito às quintas à tardinha. Às vezes levo um vidro destes para ela, que usa sem parcimônia. Eu já reclamei que acabo com o cheiro dela.

EU SOU o amigo do Ludoval. Vi a mulher logo que entrou. Falei pra ele: Olha só, essa beleza bem atrás de você… Mas ele demorou um tempão para olhar. Até o garçom, que estava longe e de costas, viu primeiro a mulher. O Ludoval é lerdo assim mesmo. Às vezes eu acho que ele tem algum problema de cabeça.

O GARÇOM, muito prazer. Quando a mulher entrou, eu corri para limpar a única mesa vaga. Ela se sentou e perguntou se podia fumar. Sem problemas, respondi. Pediu uma cerveja e um café expresso e depois sussurrou “obrigado” com voz de mulher fatal. Foi quando entraram aqueles dois homens.

NÃO TENHO vergonha de dizer: eu vim atrás da mulher. Segui ela pela rua por mais ou menos um quilômetro. Estava hipnotizado por aquele corpo. Quando ela passou por mim, vi a bunda perfeita, as coxas pulando para fora do vestido. Mudei de direção. Sou assim mesmo, não posso ver mulher bonita.

SOU DETETIVE particular. Estava seguindo este senhor a pedido da mulher dele, que me contratou há três dias. Foi ao meu escritório chorando e disse: “Ele me trai, tenho certeza, é um vagabundo”. Eu respondi: “É melhor a senhora esquecer tudo e voltar pra casa. Isso é a coisa mais normal do mundo”. Mas ela não quis saber. Sabe como são algumas pessoas. Insistiu, me deu um endereço: “o Edson se reconhece fácil. Anda pra cima e pra baixo com uma maleta de alumínio. Não tem como deixar de notar. É um vagabundo. Vagabundo”.

NÃO ENTENDI nada quando, já de noite, olhei pela janela e todo mundo passou na calçada, um por um, feito procissão. Na frente, seguiu o gordinho de terno, com duas rodelas de suor embaixo do braço. Depois, a mulher bonita. Por último, o sujeito grandão, balançando para a frente e para trás uma maleta de metal reluzente, sem tirar os olhos da mulher. Então pensei: tá pra mim. Pus o 38 na cintura e desci os degraus de dois em dois para não ficar muito para trás. Só na calçada, depois de apertar o passo, notei o baixinho no encalço do grandão da maleta. Dei uma avaliada: tem cara de ladrão, o safado. Quando o homem de terno entrou no bar, todo mundo foi atrás. Entrei também. O bar estava cheio, a mulher, sentada no canto, era a única presente, o centro das atenções. Pareciam beber só pra reunir coragem de chegar nela. Ninguém prestou atenção em mim. Para ser ouvido, precisei mostrar o revólver. Berrei “é um assalto” e assim que todo mundo se acalmou, comecei a fazer o meu trabalho.

 

* Originalmente escrito em 2002. Reescrito agora e dedicado ao Menezes, que se lembrou disso.

Categories: Conto

October 8, 2007 · 1 Comment

O Espresso Stories, site inglês de narrativas curtas, publicou mais um miniconto meu. Está aqui. Agora tenho uma página pessoal lá também, com cinco contos publicados.

Categories: Mondo corporativo

Sobre humanos e fenômenos*

October 7, 2007 · Leave a Comment

Júlio com um galho na cabeça, é assim que o chamam desde que o arbusto começou a crescer no meio da testa.

Numa manhã, ao se levantar, percebeu o caroço diante do espelho. Não deu importância. Achou tratar-se de uma espinha ou coisa parecida. No entanto, na manhã seguinte, ao se olhar no espelho de novo, a protuberância crescera e esticava a pele. Em questão de dias o caroço se rompeu e um pequeno ramo brotou no lugar. Não muito depois, pequeno, fresco e verde, já apontava para o céu, ainda que numa posição meio inclinada.

Não sentiu nenhuma dor, nem mesmo quando a pele se rompeu. Depois de examinar-lhe a testa, o médico disse que a planta fincara raízes no cérebro, razão pela qual uma operação estava fora de questão. Receitou-lhe analgésicos e antibióticos e pediu que voltasse outro dia. Queria mostrá-lo a um antigo professor, especialista em fenômenos biológicos inusitados. Júlio não voltou.

A arvore cresceu, mas não muito. Transformou-se em um pequeno bonsai. Quando ele está doente, perde as folhas. Se o seu humor piora, os galhos acabam meio secos. Às vezes, em surtos de preocupação, torna-se amarelada.

Com o tempo, Júlio se acostumou. Não precisava, afinal , convencer mais ninguém. Morava sozinho em um apartamento decorado à moda antiga, com relógios no alto da estante, com dois gatos, com um tapete persa, com discos de vinil, com uma grande vitrola e posters de Casablanca e Bela Lugosi. Anda curioso sobre os frutos e flores que um dia brotarão de sua cabeça. De tudo que podia reclamar, só lamenta não mais poder usar chapéu.

* Segunda versão.

Categories: Conto

October 5, 2007 · Leave a Comment

Dark Kubrick: um mau dia todos os dias.

Categories: Metafísica

Dubliners

October 5, 2007 · Leave a Comment

- Ok – ele disse. – Qual dia você volta, mesmo?

- Dois de novembro – falei.

- Então vou dar um visto até essa data.

- Legal. Só preciso disso, mesmo.

- Hein? – bad cop voltou à tona por um segundo.

- Só preciso disso, mesmo – repeti.

- Seu inglês é muito bom – ele disse.

- É que estou com sono.

Aí ele riu e eu entrei oficialmente na Irlanda.

Mojo voltou a ter um blog.

Categories: Mondo

Socialismo(1) para principiantes (2)

October 2, 2007 · 1 Comment

Carlo(3) tinha um porco. Adão(4) tinha uma porca. Um dia os dois combinaram que o porco de Carlo iria copular com a porca de Adão (5). Assim ocorreu.

Quando os filhotes nasceram, Carlo quis dividir a ninhada meio a meio (6). No entanto, Adão alegou que isso era errado. Como dono da porca, deveria ficar com mais filhotes. Afinal, argumentou, a fêmea tinha arriscado a saúde durante a gravidez. Também tinha gasto mais com a alimentação dela, que comia por vários para sustentar a ninhada na barriga. Tinha, além de tudo, sido obrigado a perder o próprio tempo em atenções para ela, cuidá-la e também acompanhado o parto (7). Nada mais justo que fosse recompensado.

Carlo deu uma surra(8) em Adão, ficou com todos os filhotes e também com a porca. Disse que era para ele aprender a não querer bancar o esperto.

Adão chorou por vários dias e depois escreveu uma teoria a respeito. Mas primeiro precisou comprar creme para as mãos (9).

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(1) Sendo aquilo se chama socialismo a mesma divisão praticada pelos fungos do leite, os elefantes desenhistas da areia e os pedantes franceses que fazem biquinho quando pronunciam Fontainebleau.

(2) Aquele que principia nem sempre será o primeiro a chegar, já dizia Gutentag, mestre de Dostoievski, também conhecido por um dia ter afirmado: “Fiodor, todo socialista é um filho da puta”.

(3) Carlo era fazendeiro, bigodudo, gordo e vomitava sempre em cima dos próprios escritos, razão pela qual sua obra maior chamou-se O Livro Verde não por preocupação ecológica, mas porque todas as folhas estavam manchadas de bile.

(4) Adão, batizado como o primeiro homem, é a prova de que o tempo não ajuda ninguém a aprender as lições mais valiosas.

(5) Os porcos e as porcas às vezes gostam de fazer o mesmo acerto com relação a humanos, mas ninguém nunca testemunhou tais transações, pois, como se sabe, suínos são por demais discretos.

(6) “Meio a meio” tornou-se o mais célebre número do primeiro socialista sério, Harry Houdini, que acreditava que a única forma de comunismo válida deve ser praticada com uma serra bastante flexível e uma caixa de madeira para esconder o truque da platéia.

(7) Contabilizam-se dezoito modos diferentes de se induzir o parto no reino animal, sendo o mais estranho de todos o dos castores da Arábia, que roem a barriga da fêmea até encontrar a prole. Depois disso, a fêmea rói a barriga do macho, que, morto, serve de ninho e de alimento para a própria família.

(8) Não se pode deixar de lado o que Confúcio ensinou: “A porrada sempre é o melhor argumento”.

(9) No que comprometeu a si e a todos que acreditavam nele, pois mãos macias jamais serviram numa boa luta de boxe.

Categories: Metafísica